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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Alguém me chamou?


Me chamando ou não, eu cheguei.


Se faz sentido o dizer popular de domínio público que diz que a vida começa aos quarenta, acredito que ela também possa recomeçar quando se revive um blog que parecia estar morto a pouco mais de quatro anos. Aqui estou eu, caros leitores, depois desse pequeno intervalo, para continuar apresentando a vocês as minha frias, desconexas, mal traçadas, rabiscadas... ideias. E o pior, na maior cara de pau, como se nada tivesse acontecido.

A verdade é que muita coisa aconteceu; afinal, foram quatro anos cheios acontecimentos, desafios e mudanças na vida deste que com vossas excelências proseia. Uns significativos, outros não. Também não vou me ater a detalhes do transcorrer desse período de quatro anos.

No período da minha última publicação, eu era um psicólogo desempregado que estudava diariamente com o objetivo de ingressar na vida de barnabé (servidor público). Tinha acabado de completar 30 anos e estava muito entusiasmado com o sucesso da minha estratégia para driblar a crise que acompanha este período: adotei um calendário semanal que incluía não somente os estudos para concurso, como também, as atividades físicas diárias que me levaram a ter uma vida mais saudável, com elevação de auto-estima, abandono do cigarro, e outras coisas mais. A passagem para ano de 2013 foi marcada por importantes acontecimentos sucessivos no país e no mundo, sobre os quais eu achei que deveria publicar algo, mas que também me deixei  levar por outras prioridades e a preguiça de sintetizar tudo. Vivi de acordo com um ciclo repetitivo que envolvia: musculação de segunda a sexta; treinos de muay thai nas segundas quartas e sextas; Estudos para concurso público nas tardes e noites das segundas às sextas feiras. Tudo caminhava harmoniosamente nesse ritmo, até que dois fenômenos internos me ocorreram repentinamente no mês de maio: 1) O cansaço de tomar pancadas na cabeça que me levou a abandonar os treinos de Muay Thai; e 2) o tédio intelectual em que me encontrei logo após a classificação rasteira no concurso público da UFPE, o que me levou a dar um tempo nos estudos para concurso público e a tentar ingressar no mestrado. Sem mais pancadas na cabeça e cursando uma disciplina do mestrado da UFPE como aluno de nivelamento, me encontro muito feliz por estar preenchendo a minha mente com novos conteúdos relacionados à minha profissão e por ter driblado a crise dos 31, que na ocasião, foi muito pior do que a dos 30. Tudo muito feliz, pois parecia que o meu destino estava certo quanto à ingressão no mestrado; mas foi aí que outro fato marcante aconteceu: Fui nomeado para tomar posse de um cargo para o qual eu concorri no final de 2009... o de psicólogo do município de Lajedo/PE.  Para o relato da passagem desse período até então, reservarei o próximo parágrafo.

E agora? Cadê o próximo parágrafo?

5 comentários:

  1. Meu querido Mateus, eu te chamei sim!há muito tempo que esperava pelo seu retorno! Adorei o texto, já estou aguardando o próximo, um grande beijo

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  2. Meu querido Mateus, eu te chamei sim!há muito tempo que esperava pelo seu retorno! Adorei o texto, já estou aguardando o próximo, um grande beijo

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  3. Parabéns pelo retorno, Mateus!

    É verdade as crises existenciais após os 30 realmente aparecem, será que escolhemos a profissão certa? será que todas as decisões tomadas e escolhas feitas até agora foram as mais corretas? Continuo neste mesmo caminho? Ou busco alguma mudança drástica na vida profissional e pessoal?

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  4. Parabéns pelo retorno, Mateus!

    É verdade as crises existenciais após os 30 realmente aparecem, será que escolhemos a profissão certa? será que todas as decisões tomadas e escolhas feitas até agora foram as mais corretas? Continuo neste mesmo caminho? Ou busco alguma mudança drástica na vida profissional e pessoal?

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